Humor

ABREVIATURA- ato de se abrir um carro de policia;

ALOPATIA - dar um telefonema para a tia;

CÁLICE - ordem para ficar calado;

CAMINHÃO - estrada muito grande;

CATÁLOGO - ato de se apanhar coisas rapidamente;

COMBUSTÃO - mulher com peito grande;

DESTILADO - aquilo que não está do lado de lá;

DETERGENTE - ato de prender indivíduos suspeitos;

DETERMINA - prender uma garota;

ESFERA - animal feroz amansado;

LEILÃO - Leila com mais de 2 metros de altura;

KARMA - expressão mineira para evitar o pânico;

LOCADORA - uma mulher maluca de nome Dora;

NOVAMENTE - diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;

OBSCURO - 'OB' na cor preta;

QUARTZO - partze ou aposentzo de um apartamentzo;

RAZÃO - lago muito extenso porém pouco profundo;

RODAPÉ - aquele que tinha carro mas agora roda a pé;

SAARA - muulher do Jaaco;

SIMPATIA - concordando com a irmã da mãe;

SOSSEGA - mulher desprovida de visão;

TALENTO - característica de alguma coisa devagar;

TÍPICA - o que o mosquito te faz;

UNÇÃO - erro de concordância muito frequente (o correto seria um é);

VATAPÁ - ordem dada por prefeito de cidade esburacada;

VIDENTE - dentista falando sobre seu trabalho;

VIÚVA - ato de ver a uva;

VOLÁTIL - sobrinho avisando onde vai.

Enviado por Lu Morrison por e-mail. Bjos Lora te adoro...

Escrito por Dim às 14h00
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Só para lembrar:

 Amanhã rola a segunda apresentação do espetáculo Morte e Vida Severina, não fiz nenhuma reserva porque ninguém me confirmou nada, toda vez eu faço reserva só aparece duas pessoas rs...nem precisa né, se alguém resolver ir já sabe o endereço e a hora (está três post abaixo), é só chegar mais cedo para conseguir os ingressos.

  Só lembrando que temos mais uma apresentação no dia 27/06 e só retornaremos em cartaz no mês de agosto, porque o mês de Julho estaremos em cartaz com a Tela e a Cela, semana que vem já faço a divulgação, o cartaz já está quase pronto.

  Bom final de semana para todos, bjos Dim...

Escrito por Dim às 17h39
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Rapidinhas:

Hoje fui comprar pão logo cedo antes de vir trabalhar, dois homens atrás de mim conversando, ao nosso lado vários sacos de ração para animais, ai segue o diálogo:

 - Meu cachorro é foda, é cheio de frescura aquele purguento, ele não comi nada disso ai ô.

 - Isso ai é tudo para cachorro de madami, cachorro que é cachorro comi o que nóis comi.

 - Mas o meu não é nada bobo não, onti eu coloquei umas linguiças em baixo e arroz e feijão em cima e adivinha?

 - Ele comeu tudo?

 - Que nada home, ele fuçou tudo e só pegou as linguiça.

 - O zeca não tem dessas coisas não, ele come até preda, e você acredita que ele até bate na porta para pedir comida, só farta falar o danado.

 - Isso que é cachorro bom, pra mim cachorro que é cachorro é aquele que mete o dente e acaba com tudo.

 - Mas você viu o São Paulo ontem, menino... Segue.

Escrito por Dim às 17h29
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Morte e Vida Severina

 

   Não tenho como descrever o que foi essa estréia, todos nós já estávamos cansados e confesso que de  saco cheio de todos os ensaios, ficamos vários sábados o dia inteiro, alguns domingos e dias da semana, mas o resultado valeu cada minuto, só quem estava lá pode falar o que foi, tanto para nos que estávamos lá no palco, quanto para quem foi assistir, foi emocionante, mágico.

    Gostaria de agradecer a todos que participaram do projeto, músicos, atores, amigos, colaboradores, diretores e Assis Mariano. Muitos não acreditavam ou duvidaram que poderia dar certo, estavam com toda razão, porque não deu certo, foi mais que isso, foi tudo perfeito.

    Gostaria de agradecer especialmente a Lili, Gelson e alguns amigos, por ter confiado em mim e incentivado, quase desisti da peça, por alguns motivos, ainda bem que isso não aconteceu, se não estava arrependido.

    Agradecer a todos que compareceram, todas as duas pessoas, Rodrigo e Vivian, valeu mesmo por ter comparecido, e especialmente a você meu amor que esteve comigo todos esses dias, principalmente de manhã e me desejou toda sorte do mundo, foi perfeito, estou orgulhoso, por você ter orgulho de mim.

 

  Só tenho uma coisa para dizer, vocês todos do Curso Ator e amigos são (fodásticos), muita merda para todos nós....

 

  Bjos Dim...

 

Escrito por Dim às 17h29
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Depois de meses de montagem enfim ficou pronto, o primeiro musical do Curso Ator:

  Morte e Vida Severina

  De João Cabral de Melo Neto

  Musicas de Chico Buarque

  Direção: Lílian Luchesi e Gelson Tsonis

  Sábados dias 13,20,27 de Junho às 15:00 Horas

  Teatro Next

  Rua Rego Freitas 454, Próximo ao Metrô Republica

  Preço: R$ 15,00

  Estacionamento ao lado.

  Espero a presença de todos.

  Qualquer dúvida é só deixar recado que faço a reserva e explico como chegar.

 

Escrito por Dim às 11h48
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O amor maduro


O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.

 

O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.

 

O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber. Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado. O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.

 

O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois. Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não persegue, recebe. Não exige, dá. Não pergunta, adivinha. Existe, para fazer feliz. Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.

(Texto de Artur da Távola)

 Para Rita Carolina...

►Ouvindo Lenine. 

 

Escrito por Dim às 09h34
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, SAO MIGUEL PAULISTA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Cinema e vídeo
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